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Com mais 5 grupos, protestos atingem 9 trechos de MS

Índios também fecham rodovias contra marco temporal, engrossando prostestos que começaram pelos caminhoneiros

09/09/2021 às 16h22
Por: Redação Fonte: Liniker Ribeiro e Dayene Paz
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Trecho da rodovia BR-463 foi interditado por indígenas, em Ponta Porã, na fronteira (Foto: Direto das Ruas)
Trecho da rodovia BR-463 foi interditado por indígenas, em Ponta Porã, na fronteira (Foto: Direto das Ruas)

Subiu para nove o número de trechos de rodovias federais bloqueadas ou interditadas, em Mato Grosso do Sul, na tarde desta quinta-feira (9). As interdições acontecem devido a protestos de caminhoneiros e indígenas. Até a última atualização, divulgada no fim da manhã pela PRF (Polícia Rodoviária Federal), apenas quatro trechos estavam com o trânsito paralisado.

De acordo com relação da PRF, caminhoneiros são responsáveis por três bloqueios, quando o trânsito funciona por meio do sistema pare e siga, e duas interdições totais.

As interdições acontecem em dois trechos da BR-163, um em Eldorado (km 38) e outro em Douradina, no km 290. Já os locais onde motoristas são autorizados a seguir viagem de no sistema pare e siga são: Naviraí (no km 117) e Paranaíba, no km 91 e no km 95.

Já as rodovias bloqueadas por indígenas são: a BR-163, em dois trechos da cidade de Rio Brilhante (km 303 e 308); a BR-463, em Ponta Porã (km 53); e BR-267, em Maracaju ( km 360).

Equipes da PRF também acompanham a movimentação em outros quatro pontos de rodovias federais, onde apesar de não haver registro de interdições do trânsito, há concentração de manifestantes. São eles:

- Três Lagoas: BR-262, km 4;

- São Gabriel do Oeste: BR-163, km 614;

- Mundo Novo: BR-163, km 26;

- Brasilândia: BR-158, km 339.

O único trecho já liberado é o da BR-158, em Brasilândia, na altura do km 339.

Possível fim - Segundo reportagem do jornal Folha de São Paulo, caminhoneiros estiveram no fim da manhã com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e garantiram que só desmobilizam atos se “avançar a pauta anti-STF (Supremo Tribunal Federal)”.

Estiveram no Palácio do Planalto, dois caminhoneiros que se colocam como alguns dos líderes do movimento: Francisco Dalmora Burgardt, o Chicão caminhoneiro", e Cleomar Araujo.

Eles condicionaram a retirada dos caminhões das estradas a uma reunião com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), para tratar da atuação do Supremo.

Seus inimigos teriam colocado preço de 1 milhão de dólares pela cabeça do ex-político. Jurado de morte, Chicharõ vivia em casa com forte sistema de segurança e guarda-costas armados, mas os pistoleiros se passaram por agentes federais e o mataram dentro do quarto.

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