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Promotor Paraguaio Marcelo Pecci é executado na Colômbia

O promotor Marcelo Pecci investigou casos de grande envergadura relacionados ao tráfico de drogas. Nos últimos meses, esteve à frente de casos relacionados ao Operativo A Ultranza PY, a maior operação antidrogas da história do país.

10/05/2022 18h20 Atualizada há 3 semanas
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Por: Redação Fonte: Ultima Hora
O promotor especializado contra o crime organizado Marcelo Pecci foi morto por três balas em Barú, Colômbia. Foto: Arquivo
O promotor especializado contra o crime organizado Marcelo Pecci foi morto por três balas em Barú, Colômbia. Foto: Arquivo

A Interpol Paraguai confirmou o ataque sofrido na terça-feira pelo procurador especializado contra o crime organizado e tráfico de drogas Marcelo Pecci, que estava na ilha de Barú, na cidade de Cartagena, Colômbia.

O agente do Ministério Público estava naquele país em lua de mel, após se casar recentemente com sua companheira Claudia Aguilera , que anunciou horas antes que está grávida.

Segundo informações não oficiais, o promotor Pecci e sua esposa estavam saindo do local quando desconhecidos dispararam tiros de jet skis. A esposa do promotor saiu ilesa.

A Associação de Agentes Fiscais do Paraguai lamentou a morte de Pecci em uma breve mensagem publicada.

Do Ministério das Relações Exteriores informaram, por meio de nota, que a embaixadora do Paraguai naquele país, Sophia López Garelli, foi instruída a recolher detalhes do ocorrido e a entrar em contato com a esposa da vítima e as mais altas autoridades de segurança daquele país.

A cônsul Romy Romero também está atualmente viajando para a cidade de Cartagena para um acompanhamento mais próximo. Da mesma forma, eles limitaram “que mais informações sejam dadas nas próximas horas”.

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Marcelo Pecci investigou causas importantes

O promotor Marcelo Pecci investigou casos de grande envergadura relacionados ao tráfico de drogas. Nos últimos meses, esteve à frente de casos relacionados ao Operativo A Ultranza PY, a maior operação antidrogas da história do país.

Um deles é o pistoleiro em que o empresário Mauricio Schwartzman, que trabalhava dentro de uma organização criminosa que está sendo investigada no âmbito da referida operação, foi vitimado fatalmente.

Ele também foi responsável pela investigação do homicídio de Mariano Roque Alonso de Fátima Rejala, a mulher que teria trabalhado para o clã Insfrán, também investigado na Operação Extrema.

O quádruplo crime em Pedro Juan Caballero, ocorrido em 9 de setembro, também foi investigado por ele. Neste evento, a filha do governador de Amambay, Haylee Carolina Acevedo, foi assassinada.

Também Kaline Reinoso de Oliveira, 22 anos, e Rhannye Jamilly Borges de Oliveira, 19 anos, e Osmar Vicente Álvarez Grance, vulgo Bebeto, que teria sido alvo dos assassinos.

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