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Celebridades & Tecnologia BRASIL

Brasil é o 2° país com mais inscritos em site de traição em 4 meses

Site polêmico propõe uma experiência discreta e tem conquistado brasileiros durante a pandemia

28/07/2020 07h07 Atualizada há 2 semanas
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Por: Redacao Fonte: Por Thayna Cruz, do home office
Ashley Madison pode ser acessado por meio de diversas plataformas, no PC e celular — Foto: Divulgação/Ashley Madison
Ashley Madison pode ser acessado por meio de diversas plataformas, no PC e celular — Foto: Divulgação/Ashley Madison

Ashley Madison registrou um aumento diário de 19 mil novos usuários desde o início do isolamento social, devido à pandemia do coronavírus. O site de traição é conhecido por ajudar pessoas comprometidas a marcarem encontros casuais e já conta com mais de 65 milhões de usuários no mundo inteiro. Aqui, no Brasil, a plataforma também tem feito sucesso e conseguiu mais de 4.226 inscritos no período de março a junho deste ano, atrás apenas dos Estados Unidos no número de novos cadastros.

Com um passado polêmico, que envolve até mesmo um grande vazamento de dados em 2015, o site de relacionamentos extraconjugais atualmente propõe uma experiência discreta e honesta. A Ashley Madison pode ser acessada por meio de aplicativos para celulares Android e iPhone (iOS) e pelo site, na versão web. Paul Keable, diretor de estratégia da rede social, que falou sobre o bom momento da empresa durante a quarentena e quais são as perspectivas para o futuro.

Novos usuários na Ashley Madison durante a quarentena

Durante a quarentena causada pela pandemia de Covid-19, a Ashley Madison experimentou um aumento no número de novos usuários. Se em fevereiro eram realizados 15 mil novos cadastros por dia, agora, a plataforma recebe cerca de 19 mil pessoas diariamente. Além disso, chama atenção o fato de que o Brasil é o segundo país em números de novos assinantes no mundo todo, atrás apenas dos Estados Unidos.

Embora o grande número de novos usuários possa surpreender, a Ashley Madison já esperava um aumento nos cadastros durante a pandemia. O diretor de estratégia Paul Keable explica que o comportamento dos assinantes foi semelhante ao que é observado no início de todos os anos. Ele acredita que a quarentena, assim como costuma acontecer nos feriados de final do ano, acabou expondo problemas de convivência em muitos relacionamentos e, a partir daí, algumas pessoas tomaram a decisão de ir em busca da sua felicidade.

"Quando as pessoas passam as festas de fim de ano com suas famílias, diversos problemas de convivência acabam sendo expostos ou ficam mais evidentes. Assim, no início do ano, muitos decidem fazer mudanças em suas vidas para serem mais felizes. Nas primeiras semanas de quarentena, houve uma queda no número de novos usuários, como uma reação às mudanças profundas e sem precedentes que aconteceram no mundo. No entanto, conforme o tempo passou, a convivência direta com os parceiros fez muitas pessoas perceberem que suas necessidades já não combinavam mais. Por isso, elas fizeram escolhas que as deixassem mais felizes", explica o executivo.

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