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Governo e Sanesul adotam medidas preventivas para garantir abastecimento de água

O Governo do Estado decretou emergência ambiental e nós montamos uma sala de crise hídrica coordenada pela Agencia Nacional de Águas e Saneamento na qual estamos monitorando a questão crítica

27/09/2020 07h13
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Por: Redacao Fonte: Portal de notícias do Governo de MS
Simulação será feita na Ponte da captação com bombas que já estão em Corumbá
Simulação será feita na Ponte da captação com bombas que já estão em Corumbá

Com a maior seca dos últimos 47 anos atingindo Mato Grosso do Sul, o rio Paraguai registrou, rapidamente, níveis hídricos críticos. Com isso, o Governo do Estado, por meio da Semagro (Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar) e a Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul) definiram medidas estratégicas de prevenção para evitar o desabastecimento em Corumbá e Ladário.

Em reunião realizada nesta quinta-feira (24) na sede da Sanesul, o titular da Semagro, Jaime Verruck, e o diretor-presidente da instituição, Walter Carneiro Junior, deram destaque ao trabalho em conjunto das instituições e debateram as ações que estão sendo realizadas nos municípios. “O Governo do Estado decretou emergência ambiental e nós montamos uma sala de crise hídrica coordenada pela Agencia Nacional de Águas e Saneamento na qual estamos monitorando a questão crítica”, ressaltou Verruck.

O secretário deu ênfase ao atual cenário. “O que me preocupa é que ainda não chegamos ao nível crítico de redução do nível do rio, que poderá baixar ainda mais. Por isso, precisamos construir iniciativas preventivas”, salientou Verruck que reforçou que as réguas de mediação estão sendo revistas. 

“Estamos com duas ações já pontuais iniciais que acontecem a partir de hoje, destinando para Corumbá um equipamento de bomba flutuante, que será a nossa primeira tentativa, onde vamos produzir 500 metros cúbicos de água. Vamos monitorar dia a dia para ver se resolver”, disse o diretor-presidente Carneiro Junior que afirmou, ainda, que tal iniciativa já foi implementada em Ladário.

O dirigente acrescentou ainda que caso a medida não surta efeito e o rio baixe ainda mais, serão implantados no local as bombas antifibrias e bombas submersíveis. “Vamos trabalhar com o plano A e com o plano B”.

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