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Cidades MATO GROSSO DO SUL

Ministério da Saúde confirma envio da CoronaVac a MS assim que Anvisa autorizar uso

Governo federal limitou-se a informar que número de doses será proporcional à população de cada estado

09/01/2021 21h09
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Por: Redacao Fonte: Gabriel Maymone
Número de doses de CoronaVac que chegará a MS vai depender do Ministério da Saúde. (Foto: China Daily /Reuters )
Número de doses de CoronaVac que chegará a MS vai depender do Ministério da Saúde. (Foto: China Daily /Reuters )

O Ministério da Saúde emitiu nota, na tarde deste sábado (9), confirmando que enviará doses da vacina contra Covid-19 CoronaVac – produzida no Instituto Butantan – a todos os estados do país, inclusive Mato Grosso do Sul, “tão logo os imunizantes recebam autorização da Anvisa”.

Assim, o governo garantiu que o imunizante chegará simultaneamente a todos os estados do país, dentro da logística integrada  com secretarias estaduais e municipais de saúde.

No entanto,  a pasta não confirmou o número de doses que será enviada para MS, limitando-se a informar que “os estados receberão as doses em quantidade proporcional à sua população e farão a distribuição aos 5.570 municípios brasileiros, de forma que todas as salas de vacinação do país recebam as vacinas o mais rápido possível”.

Além disso, o Ministério da Saúde confirmou que toda a produção do Instituto Butantan será vendida exclusivamente para o governo federal, ou seja:  a compra das 347 mil doses que estavam sendo negociadas pela prefeitura de Campo Grande não se concretizará, pelo menos não nesse primeiro momento de produção das doses. Ainda não se sabe quantas doses chegarão à Capital.

Além da prefeitura, o Governo do Estado também já protocolou intenção de compra junto ao Butantan para aquisição 1,7 milhão de doses, que garantiria imunização de 850 mil pessoas. 

O governo federal trabalha com três datas para início da vacinação no país:

Até 20 de janeiro: melhor hipótese, com o uso das vacinas do Instituto Butantan e as doses da vacina da Astrazeneca importadas da Índia;

20 janeiro a 10 de fevereiro: hipótese intermediária, já com vacinas produzidas no Brasil pelo Butantan e pela Fiocruz;

10 de fevereiro até início de março:  hipóteses de vacinação mais tardia.

Ontem, o Butantan fez pedido à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para aplicar doses da CoronaVac, desenvolvida em parceria com o laboratório chinês Sinovac. A previsão é de que a Anvisa se manifeste sobre o pedido em até 10 dias.

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